Cataguases, Astolfo Dutra, Dona Euzébia, Leopoldina, Muriaé, Muriaí e o pulso ainda pulsa. He, he! Pequenas cidades do sul de Minas, muito próximas, muito peculiares mas longe demais das capitais. Cidades com um povo de hábitos simples que não estão nem aí para o relógio e que ainda escutam o apito do trem e comem o delicioso pão de queijo no café da manhã. Na semana final tivemos a oportunidade de acompanhar o carnaval em Cataguases, atrás de um carro de som muito parecido com os do trio elétrico do nordeste. Um carnaval animado com gente brincando com aquela inocência do interior, homens vestidos de mulheres e mulheres de pijama e fantasias. Apesar da folia tinhamos que acordar cedo no outro dia, pois os trabalhos já estavam na reta final. Esqueci de levar uns prensa-cabos usados nos motores e deixaria alguns para a equipe de start da linha ligar. Nessas cidades do interior era uma dificuldade até para achar parafusos. Tinha que vir tudo do sul ou Rio e São Paulo. Mas aquela noite de carnaval fez bem a todos, pois a distância de casa e a saudade foi amenizada com a folia e as amizades feitas. "Nosso carnaval é eternamente diário. Nós vestimos e vivemos fantasias a vida inteira. Nossa imaginação voraz está faminta. Querendo mais dos absurdos, delírios e sonhos que tornam-se a cada dia mais essenciais e reais." Capa do disco Carnaval do Barão Vermelho 1988.
quarta-feira, 16 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Motores do aéreo.
Foto - Eu e parte do transporte aéreo montado.
Um outro problema que tive foi durante a fixação dos motores ventiladores do aéreo, pois a furação não estava coincidindo. Tive que refurar vários deles e deixar o furo oval para poder jogar para um lado e poder introduzir o parafuso sextavado. Falta de padronização talvez...
...enfim, nessas horas não adianta lamentar e o negócio é usar da criatividade e talento para resolver os problemas estando a mais de 2000 Km de casa.
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domingo, 6 de março de 2011
Problemas no aéreo!
Foto - Pequeno trecho de transporte feito pela equipe para solucionar problema.
Depois de posicionar a pesada enchedora com paleteiras em uma sala toda fechada para o envase, era a vez da montagem do transporte aéreo. Com plantas e layout na mão nos referenciávamos naquela antiga usina de álcool. O transporte aéreo da rotuladora até a enchedora era muito parecido com uma montanha russa, porém em um determinado ponto não fechou as medidas com as do desenho. Era tudo montado em blocos e ficou um espaço vazio que não fechava. Precisávamos de alguém com habilidade em solda para fabricar um trecho de aéreo de aproximadamente 40 cm para preencher o espaço causado pelo erro de projeto. O cara era o Anderson, pois em outras situações já tinha demonstrado essa habilidade. Cortou um pedaço de um módulo de aéreo que iria ser instalado em outra unidade da fábrica e soldou as chapas perfuradas em forma "u" para a fixação do mesmo viabilizando o fim da montagem do transporte. Tudo parecia bem, porém ao tentarmos posicionar a embaladora deparamos com um problema. Não passou pela porta de entrada que era muito baixa. Os painéis de comando ficavam em cima da maquina deixando uma altura indesejável para atravessar a porta. Tive que entrar em cena e desligar todos os fios com cuidado na identificação dos mesmos para religar. O quadro foi retirado possibilitando a operação. Após esses contratempos se sucedeu o posicionamento do quadro principal com os inversores de frequência do transporte, montagem das eletrocalhas, passagem dos cabos 4 x 2,5mm e ligação dos mesmos aos motores. Também a fixação dos sensores, cabos e ligação dos mesmos. Tudo obedecendo a identificação proposta nos esquemas elétricos com anilhas numeradas e terminais tubulares 2,5 mm.
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